sábado, 21 de novembro de 2009

Apocalipse, coisa do mundo ou da gente?



As dúvidas não findam. Milhares de humanos a se questionar, baseados em suas religiões, crenças ou orientações de cunho filosófico, sócio-cultural. Não há quem nunca antes houvesse se perguntado se vivemos um contexto apocalíptico de natureza pública, pessoal ou até mesmo espiritual.
O que me levou a ter esse espasmo de pensamento apocalíptico foi justamente uma discussão sobre a moral do povo brasileiro. Pois é, refleti sobre um dizer de um desses pensadores, que aqui não revelo quem, por também não o lembrar, que dizia que o problema do Brasil está na consciência moral de seu povo. Mas o que tem a ver uma coisa com a outra? Será que estou a endoidar? Acho que talvez! Mas desmontarei o quebra-cabeça misturado em minha consciência.
Quando se pensa em apocalipse achasse que o mundo está a acabar, que o fogo tomará conta de tudo, não sobrando nada além dos escolhidos em suas devidas sentenças. Coisas de religião, da cultura, da crença pessoal, da tradição dos cristão, ou de seguidores de outras representações de fé? O importante é que talvez ninguém que viva nessa geração sonhe como será o tal apocalipse. Alguns acham que está ocorrendo e que o mundo estar a se destruir. Será causa do apocalipse o nosso comportamento pessoal, coletivo, ou até mesmo castigo ou julgamento espiritual?
Bom! Caso seja pessoal, o rumo das coisas não pararão facilmente pois muitos somente vivem em levar vantagem. Cada vez mais o homem busca riquezas, vida fácil, vaidade, vantagens infinitas, somente ruindo ao sinal da morte. Não se culpam por erros, por furtos, roubos, corrupção, conchavos, propinas e outras febres amigas dos bons homens. Lamentemos por esse quadro e vejamos os demais.
Se o grande colapso da humanidade tiver causas coletivas, com certeza temos menos a fazer para mudar a situação. A publicidade, nesse caso, alcançaria mais e mais pessoas, que poderiam se arrepender de suas atitudes e ações auto-destrutivas.
Já se o problema é religioso ou espiritual, acho que a publicidade não representaria uma diminuição de nossa sentença, pois estaríamos pecando mais e mais contra aquilo que não deixamos confundir com a nossa vocação espiritual. Ou será mais ou menos isso?
A verdade é que o nosso ser moral anda devorado pela insistência em sermos mais em mais egoístas, desumanos, arrogantes, singulares em ações, mesquinhos, difusos nos mais diversos assuntos de interesse comum e coletivo.


Pensem e opinem.



Viçosa/AL, 21 de novembro de 2009.

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