Basta lembrarmos de nossa infância, dos costumes, das tradições, das brincadeiras de menino, dos jogos de bola, dos ídolos do futebol, do respeito ao idoso, respeito aos mestres de nossas escolas, de nosso comportamento em ambientes públicos e da unidade familiar. Lembrou! Pois é. Hoje, muitas destas lembranças são presentes só nos registros da mente dos brasileiros que viveram um pouco destes costumes passados.
Agora a bola da vez é a curtição, o desrespeito aos mestres, aos país, o esquecimento de nosso folclore, a destruição de nossas escolas, o furto e o assalto a mão armada, o consumo de drogas lícitas e ilícitas. Um perfeito cenário produzido pelas facilidades da modernidade.
Antigamente a modernidade estava contida apenas aos filhos de poucos brasileiros. Hoje a realidade, a escola é a da vida. Surge nas telas dos computadores, dos filmes de conteúdo ofensivo à juventude, das canções que causam o despertar dos moradores da classe baixa ao crime, a exclusão social, julgados de maneira crítica pela burguesia de poucos anos atrás e adorado pela atual.
Todos se perguntam onde vamos parar. Lembro que quando adolescente, lá pelos meus 14 a 18 anos, a juventude brigava pelos craques do futebol, pelos jogos televisionados. Lá se vão uns dez anos. O que hoje vemos, pelas ruas, praças, campos de futebol que mais parecem campos para cemitérios, é uma cena bastante comum. Jovens consumindo drogas, sendo devorados pela sinestesia provocada pelas substância nocivas a saúde, bem como, ao fortalecimento dos laços familiares.
Queríamos camisa de futebol, uma bola, uma chimbra (bola de gude), um pião, um time de botão. Hoje, querem dinheiro, muito dinheiro, a toda hora. Vendem a própria alma ao crime, roubando e matando em nome do vício, especialmente o crack, que se torna problema de saúde pública.
Fato que devemos ter em mente é que sociedade dos anos 80 e 90, vinham de um tipo de prisão, onde cada ato do cidadão era punido. Os próprios pais puniam seus filhos, mesmo que provocasse danos, estes os quais julgamos errados. Porém, as lições ensinadas naquela época surtiam efeito. É que a modernização julgou tais atos errôneos. Imagine hoje o pai batendo em seu filho ao ver seu filho xingando seus colegas e idosos em condições de ser seus avós e bisavós. Logo este pai é tido como monstro.
Pois é. Temos hoje o governo que queremos e a sociedade que o povão quer.
Façam suas apostas sobre o futuro desta forma. Lembrem do passado e reflitam o que dele se aproveita. Enfim, testem os resultados em suas vidas. Boa sorte.
Agora a bola da vez é a curtição, o desrespeito aos mestres, aos país, o esquecimento de nosso folclore, a destruição de nossas escolas, o furto e o assalto a mão armada, o consumo de drogas lícitas e ilícitas. Um perfeito cenário produzido pelas facilidades da modernidade.
Antigamente a modernidade estava contida apenas aos filhos de poucos brasileiros. Hoje a realidade, a escola é a da vida. Surge nas telas dos computadores, dos filmes de conteúdo ofensivo à juventude, das canções que causam o despertar dos moradores da classe baixa ao crime, a exclusão social, julgados de maneira crítica pela burguesia de poucos anos atrás e adorado pela atual.
Todos se perguntam onde vamos parar. Lembro que quando adolescente, lá pelos meus 14 a 18 anos, a juventude brigava pelos craques do futebol, pelos jogos televisionados. Lá se vão uns dez anos. O que hoje vemos, pelas ruas, praças, campos de futebol que mais parecem campos para cemitérios, é uma cena bastante comum. Jovens consumindo drogas, sendo devorados pela sinestesia provocada pelas substância nocivas a saúde, bem como, ao fortalecimento dos laços familiares.
Queríamos camisa de futebol, uma bola, uma chimbra (bola de gude), um pião, um time de botão. Hoje, querem dinheiro, muito dinheiro, a toda hora. Vendem a própria alma ao crime, roubando e matando em nome do vício, especialmente o crack, que se torna problema de saúde pública.
Fato que devemos ter em mente é que sociedade dos anos 80 e 90, vinham de um tipo de prisão, onde cada ato do cidadão era punido. Os próprios pais puniam seus filhos, mesmo que provocasse danos, estes os quais julgamos errados. Porém, as lições ensinadas naquela época surtiam efeito. É que a modernização julgou tais atos errôneos. Imagine hoje o pai batendo em seu filho ao ver seu filho xingando seus colegas e idosos em condições de ser seus avós e bisavós. Logo este pai é tido como monstro.
Pois é. Temos hoje o governo que queremos e a sociedade que o povão quer.
Façam suas apostas sobre o futuro desta forma. Lembrem do passado e reflitam o que dele se aproveita. Enfim, testem os resultados em suas vidas. Boa sorte.
Postado por: Anderson Ricardo
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